3 de fevereiro de 2010
28 de janeiro de 2010
Coisas das quais eu acredito
Acredito que as pessoas são o que querem ser, se elas não quisessem ser tudo isso que não gostam em si, fariam esforços pra mudar.
Acredito ( e acredito MUITO ) que o amor nunca acaba e se um dia disserem que acabou é porque ele nunca nem se quer passou por ali, não existiu mesmo, o amor é maior que tudo que digamos crer ou inventar para definir, é maior do que o ato de existir, morremos por amor, vivemos por amor, nossa vida tem sentido quando amamos nossa existência e não apenas contestamos ela, o amor existe e o amor é único, o amor não tem fim nunca, quero chegar aos 80 anos acreditando nisso.Certeza que irei, e quando o amor verdadeiro aparecer (porque afinal existem os amores falsos, aqueles que nos enganam porque na realidade é apenas paixão) e então, quando o verdadeiro amor aparecer eu quero virar e dizer 'ufa, você chegou, eu sabia que uma hora você havia de chegar', e não quero falar mais nada nem perguntar porque demorou tanto, ou quantos oceanos ele precisou navegar pra isso, apenas darei um suspiro e serei grata em acreditar.
E a minha maior crença é dizer que o fundamento da vida está na esperança e na confiança que temos nos nossos atos.
Acredito ( e acredito MUITO ) que o amor nunca acaba e se um dia disserem que acabou é porque ele nunca nem se quer passou por ali, não existiu mesmo, o amor é maior que tudo que digamos crer ou inventar para definir, é maior do que o ato de existir, morremos por amor, vivemos por amor, nossa vida tem sentido quando amamos nossa existência e não apenas contestamos ela, o amor existe e o amor é único, o amor não tem fim nunca, quero chegar aos 80 anos acreditando nisso.Certeza que irei, e quando o amor verdadeiro aparecer (porque afinal existem os amores falsos, aqueles que nos enganam porque na realidade é apenas paixão) e então, quando o verdadeiro amor aparecer eu quero virar e dizer 'ufa, você chegou, eu sabia que uma hora você havia de chegar', e não quero falar mais nada nem perguntar porque demorou tanto, ou quantos oceanos ele precisou navegar pra isso, apenas darei um suspiro e serei grata em acreditar.
E a minha maior crença é dizer que o fundamento da vida está na esperança e na confiança que temos nos nossos atos.
27 de janeiro de 2010
Com excessão de agora
Andei pensando no seu nome, digo isso porque quando acontece de pensar em você apenas consigo pensar no seu nome ecoando nos meus pensamentos, tento pensar própriamente nas minhas lembranças ou na forma do seu rosto, só me lembro do seu nome.
Acho bizarro, tal como a palavra bizarra, acho extremamente bizarro só conseguir lembrar do seu nome, e tudo fica no ar com excessão de agora onde estou lembrando de alguma forma, pode ser você, pode ser aquele cara bonitinho que vi na rua outro dia e que vagamente me lembrava você e o seu nariz, mas não tinha os mesmos olhos, ou tinha, bom pode ser você agora mas é o seu nome misturado com a forma de outra pessoa.
Outro dia meu coração pulou forte quando mencionaram seu nome, não porque eu posso pensar no seu nome, mas quando mencionam eu fico extasiada e tento lembrar do seu rosto.
Vagamente depois de tanto tempo ainda lembro de como você arrumava o cabelo mas esqueci seu jeito de sorrir, conheci outras pessoas com o mesmo nome que você e por incrível que pareça, ninguém se parece como VOCÊ, claro, me lembro pouco agora, mas lembro.
E no final eu acho tudo isso muito engraçado, ando juntando fatos engraçados sobre o que sobrou depois de tudo que aconteceu, uma delas é só conseguir lembrar do seu nome, a outra é ter conseguido esquecer seu rosto, eu realmente não me importo de em horas do dia em que tudo ficar quieto eu só conseguir lembrar disso e não fazer esforço nenhum pra tentar adivinhar quais eram a cor dos seus olhos.
Acho bizarro, tal como a palavra bizarra, acho extremamente bizarro só conseguir lembrar do seu nome, e tudo fica no ar com excessão de agora onde estou lembrando de alguma forma, pode ser você, pode ser aquele cara bonitinho que vi na rua outro dia e que vagamente me lembrava você e o seu nariz, mas não tinha os mesmos olhos, ou tinha, bom pode ser você agora mas é o seu nome misturado com a forma de outra pessoa.
Outro dia meu coração pulou forte quando mencionaram seu nome, não porque eu posso pensar no seu nome, mas quando mencionam eu fico extasiada e tento lembrar do seu rosto.
Vagamente depois de tanto tempo ainda lembro de como você arrumava o cabelo mas esqueci seu jeito de sorrir, conheci outras pessoas com o mesmo nome que você e por incrível que pareça, ninguém se parece como VOCÊ, claro, me lembro pouco agora, mas lembro.
E no final eu acho tudo isso muito engraçado, ando juntando fatos engraçados sobre o que sobrou depois de tudo que aconteceu, uma delas é só conseguir lembrar do seu nome, a outra é ter conseguido esquecer seu rosto, eu realmente não me importo de em horas do dia em que tudo ficar quieto eu só conseguir lembrar disso e não fazer esforço nenhum pra tentar adivinhar quais eram a cor dos seus olhos.
"...podia falar de quando te vi pela primeira vez
sem jeito
de repente
te vi assim
como se não fosse ver nunca mais
e seria bom que eu não tivesse visto nunca mais
porque de repente vi outra vez
e outra e outra
e enquanto eu te via
nascia um jardim nas minhas faces..."
Caio F.
sem jeito
de repente
te vi assim
como se não fosse ver nunca mais
e seria bom que eu não tivesse visto nunca mais
porque de repente vi outra vez
e outra e outra
e enquanto eu te via
nascia um jardim nas minhas faces..."
Caio F.
14 de janeiro de 2010
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