Talvez eu devesse parar mesmo de insistir, jogar a toalha, partir.
As pessoas tem escolhas e a nossa obrigação é aceitar, não posso obrigar o que não existe.
Como diz Caio F., mudar pra mim e pra ser melhor com os outros, quem sabe assim eu devesse parar de chorar e de sentirem pena, quero levantar e ver do que sou capaz, mesmo que a dor não seja reciproca.
Agora olha
7 de abril de 2009
by
Priscila F.
