16 de junho de 2009

Hoje é um dia tão normal quanto acordar e abrir os olhos, fiquei aqui lendo um texto que a Stella me mandou e que é claro que chorei no final, o texto se resume sobre dar com amor e dar sem amor e enquanto eu penso no pior dos dois lados, metade do meu rosto e do meu olho com hemorragia (talvez causada por tanto chorar, ficar nervosa, emagrecer 3 kg em vinte dias, querer sumir, morrer, viver, etc...) ficam virados para o meu trabalho onde eu fiz uma merda de revelação, onde contem manchas e riscos e onde eu tenho que estudar 17 paginas em PDF até as 5:50 da tarde.
Acho que cresci ou não, demais.


''Dar é bom. Na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez por anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um “eu te amo” baixinho, perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que cê acha, amor?". Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.''

Alguem por favor faz o tempo passar mais rapido?


Texto aqui

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